O tempo entre “enviei o desenho” e “recebi o orçamento” depende muito mais de quantas informações estão no arquivo do que da complexidade da peça em si. Os itens abaixo, quando já vêm no primeiro envio, eliminam a maior parte das idas e vindas.
1. Formato de arquivo correto
Arquivos vetoriais (DXF ou DWG) para o contorno de corte, ou modelo 3D (STEP) para peças com múltiplas dobras — isso é o que a máquina de corte a laser CNC realmente lê. Uma imagem (JPG/PNG) ou um PDF de um desenho à mão exige que alguém redesenhe a peça antes de orçar, o que atrasa o processo.
2. Material especificado
Aço carbono, inox, galvanizado ou alumínio — cada um tem preço e processo diferente (veja a comparação completa entre os materiais). “Chapa de aço” sem especificar o tipo é informação incompleta.
3. Espessura definida
Faz diferença de máquina, de tempo de corte e de raio de dobra mínimo possível. Se a espessura ainda está em aberto porque depende da aplicação, dizer isso no pedido — é melhor do que assumir errado.
4. Quantidade
Orçamento de peça única e orçamento de lote usam lógica de nesting e de precificação diferentes — quantidade errada no pedido inicial pode mudar o preço depois. A quantidade também afeta diretamente o prazo: pedidos maiores exigem mais tempo de programação e execução do que peças avulsas ou lotes pequenos.
5. Tolerância dimensional necessária
Nem toda peça exige a tolerância mais apertada possível — e pedir tolerância mais apertada do que a aplicação realmente precisa encarece sem necessidade. Se a peça for estrutural e escondida, dizer isso já ajuda a não pagar por uma precisão que não faz diferença no uso final.
Erro mais comum
Enviar só uma foto da peça antiga que precisa ser reproduzida, sem cotas. Nesse caso, o primeiro passo do orçamento é medir a peça original — o que é possível, mas adiciona uma etapa que poderia ser evitada.
Já tem o desenho técnico pronto? Envie para orçamento agora. Não tem desenho ainda? Fale com a gente para orientar o que enviar.